Cantor e actor francês que o Luxemburgo recebeu como filho adoptivo no final dos anos 70, Charles Suberville pertence a uma espécie cada vez mais rara de artistas que levam a vida para o palco e a celebram nos seus infinitos contrastes. Defensor emérito da francofonia, trata de manter bem viva a memória de grandes autores como Brel, Ferré, Aragon ou Breuzard, em espectáculos apaixonados, intensos, torrenciais, a que ninguém fica indiferente.
samedi 19 mars 2011
Charles Suberville @ Casa da Musica
Cantor e actor francês que o Luxemburgo recebeu como filho adoptivo no final dos anos 70, Charles Suberville pertence a uma espécie cada vez mais rara de artistas que levam a vida para o palco e a celebram nos seus infinitos contrastes. Defensor emérito da francofonia, trata de manter bem viva a memória de grandes autores como Brel, Ferré, Aragon ou Breuzard, em espectáculos apaixonados, intensos, torrenciais, a que ninguém fica indiferente.
mercredi 16 mars 2011
Eduard Stan @ Casa da Musica
Reconnu internationalement, Eduard Stan a été considéré, par la revue allemande Weserkurier, comme un « pianiste d’une énorme sensibilité, d’une technique parfaite et d’une extraordinaire compréhension de la musique ».
Repertoire de Liszt, Fauré, Chopin, Enescu.
http://www.fetedelafrancophonie.com/
Repertoire de Liszt, Fauré, Chopin, Enescu.
http://www.fetedelafrancophonie.com/
mercredi 2 mars 2011
dimanche 13 février 2011
dimanche 6 février 2011
As Lagrimas de Saladino @ TNSJ
Bailarinos de sete nacionalidades convivem com uma miríade de músicos e de músicas, para em conjunto produzirem uma amálgama de sons e sentidos, sinalizando assim este território sem fronteiras levantado em palco. Rui Horta roubou o título desta sua criação (As Lágrimas de Saladino) ao 10.º capítulo de As Cruzadas Vistas pelos Árabes, de Amin Maalouf. Quando entrou em Jerusalém no ano de 1187, após 91 anos de sangrenta ocupação pelos combatentes cristãos do Ocidente, Saladino deu ordens aos seus soldados para evitar a pilhagem e o massacre. Quando a religião volta a ser o ponto de todas as discórdias, o coreógrafo parte deste “acto de compaixão” para nos propor uma reflexão sobre a construção da incógnita, lugar de permanente tensão mas de incomensurável poesia.
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